Programação

PROGRAMAÇÃO FINAL

SOBRE OS PALESTRANTES

Luciano Pizzato

Luciano Pizzato é Técnico em Eletrônica pelo CEFET e Engenheiro Florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). É também especialista em direito socioambiental pela PUCPR e possui pós MBA em Inteligencia Empresarial pela FESP.

Recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira, entre eles o Prêmio Nacional de Física em Acústica na FEBRACI (1974) e o 1º Premio Nacional de Ecologia (1986) do CNPq/Fundação Roberto Marinho/MME.

Pizzato ingressou na carreira política e foi Deputado Estadual e Deputado Federal durante 26 anos. Possui experiência como professor, e possui mais de 200 artigos e livros publicados. Foi diretor de diversas empresas, membro de conselhos consultivos e deliberativos nacionais e internacionais, diretor de parques nacionais e reservas do IBDF(IBAMA), Presidente da Companhia Paranaense de Gás – COMPAGAS. Atualmente, é Secretário Especial de Representação do Paraná.

Marcos Wichert

Marcos Cesar Passos Wichert é Engenheiro Florestal e Mestre em Silvicultura e Manejo Florestal pela ESALQ/USP. Em seus quase 20 anos de carreira atuou em diversas empresas com foco principal no desenvolvimento operacional.
No Brasil iniciou sua carreira na Pisa Florestal, no Paraná e trabalhou no IPEF como Coordenador Técnico do Programa Temático de Silvicultura e Manejo.

Sua carreira internacional iniciou-se na Stora Enso, no projeto florestal do sul da China, e, posteriormente, mudou-se para Nova Zelândia onde trabalhou como consultor nas empresas Poyry e Indufor. Desde 2012, um Gerente de Projetos certificado, PMP, pelo Project Management Institute. Na Fibria desde 2013, atua como Gerente de Desenvolvimento Operacional, responsável em gerir os projetos de introdução de novas tecnologias na área florestal, com o objetivo de reduzir os custos operacionais da empresa.

Marcos Heil Costa

Marcos Heil é formado em Engenharia Agrícola e Mestre em Meteorologia Agrícola pela UFV. Na Universidade de Wisconsin – Madison, nos Estados Unidos, fez doutorado em Ciências Atmosféricas e Oceânicas e possui Ph.D. em Climatologia, sendo um engenheiro com vasta experiência em clima, uso da terra, água e agricultura no Brasil Central e Amazônia.

Foi professor visitante na Universidade de Wisconsin – Madison, Coordenador-Geral sobre Mudanças do Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI) e pesquisador na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG). Atualmente é professor titular do Departamento de engenharia Agrícola da UFV.

Sua pesquisa foca no uso de vários modelos ambientais, sensoriamento remoto e dados de campo para diagnosticar e prever as mudanças nos recursos hídricos e na agricultura que aconteceram e acontecerão em um futuro próximo, devido às mudanças climáticas e à mudança de uso da terra. Sua atuação é interdisciplinar, abrangendo Climatologia, Hidrologia, Agrometeorologia e Ecologia.

Marcelo Francia Arco-Verde

Arco-Verde é Engenheiro Florestal, graduado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Foi professor de Silvimetria e Fotogrametria na Universidade Técnica del Beni, Bolívia e Extensionista da EMATER, no estado do Amazonas. Possui Especialização em Sistemas Agroflorestais no Centro Agronómico de Investigación y Ensenanza (CATIE), na Costa Rica e no Centro Mundial de Agrofloresta (ICRAF), no Quênia. Especialização em Manejo Florestal e Mestrado em Sistemas Agroflorestais também pelo CATIE. Possui também Doutorado em Sistemas Agroflorestais pela UFPR.

Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desde 1994. Tem experiência na área de Sistemas Agroflorestais, com ênfase em Ciclagem de Nutrientes e Análise da Viabilidade Financeira de Projetos Florestais e Agroflorestais. Chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Roraima, no período de junho de 2008 a junho 2012. Atualmente é pesquisador da Embrapa Florestas.

Niro Higuchi

Formado em Engenharia Florestal na Universidade Federal do Paraná UFPR em 1975, Mestrado na UFPR em 1978, Doutorado na Michigan State University em 1987 e Pós-doutorado na University of Oxford em 1998. Atualmente é pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Laboratório de Manejo Florestal, em Manaus, desde 1980, com passagem pela Universidade Federal de Mato Grosso (1978 e 1979).

Atua principalmente na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Inventário e Manejo Florestal. Responsável pela disciplina de Manejo Florestal do curso de Pós-Graduação em Ciências de Florestas Tropicais do INPA. Membro titular da Academia Nacional de Engenharia e da Academia Brasileira de Ciências.

Renato Casagrande

Formado em Engenharia Florestal, pela Universidade Federal de Viçosa UFV, e em Direito, pela Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim. Ex-governador do Espírito Santo, foi Senador da República, Deputado Federal, Vice-governador e Deputado Estadual. Já esteve à frente de cargos executivos, como Secretário de Estado de Agricultura, Secretário Municipal de Meio Ambiente da Serra e Secretário Municipal de Desenvolvimento Rural do município de Castelo.

Idealizador da reformulação do Código do Processo Penal, criou a Comissão Mista Permanente de Mudanças Climáticas, presidiu a Comissão de Meio Ambiente, Fiscalização, Controle e Defesa do Consumidor, dentre outras atividades.Atualmente é Presidente da Fundação João Mangabeira, que tem sede em Brasília e também secretário-geral da Executiva Nacional da sigla do PSB.

Camila Brás Costa 

Camila Brás é Engenheira Florestal, Mestre e doutoranda em Manejo Florestal no programa de Ciências Florestais pela UFV.  Trabalhou durante o mestrado, predominantemente, com o bioma cerrado e está cursando o doutorado com foco em cases de uso de produto florestal não madeireiro nos diferentes continentes, trazendo dentre os cases no Brasil um enfoque para uma espécie da Mata Atlântica. Trabalhou com cultivo de orquídeas na Green Balanz, na Holanda. Desde 2010, atua na prestação de serviços para a Natura, sendo a primeira consultoria junto à empresa através da SIF-UFV. Durante um ano trabalhou no Polo de Excelência em Florestas.

Tem experiência na área de Produtos Florestais Não Madeireiros e Sistemas Agroflorestais. Escreveu o Guia de “Boas Práticas de Manejo para o Extrativismo Sustentável do Jatobá” para a série de Boas Práticas do ISPN – Instituto Sociedade, População e Natureza.  É Pesquisadora da Natura Inovação e Tecnologia de Produtos Ltda (Natura) desde 2014.

Gilmar Valente Teixeira

Gilmar Teixeira é Engenheiro Agrícola pela UFV e Mestre em Tecnologia Pós-Colheita pela UNICAMP. Contratado pela Cargill Agrícola S/A em 1987, assumiu como Supervisor de recepção e expedição na fábrica de esmagamento de soja em Monte Alto – SP. De 1990 a 1997 atuou como Gerente Técnico da Originação, posteriormente, até 2008 como Gerente de Qualidade de Grãos, atuando como membro do comitê técnico ANEC (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais).

Em maio 2008, assumiu a Gerencia Florestal da Cargill, sendo responsável pela continuidade do programa florestal, visando o auto suprimento parcial e estratégico de biomassa para as unidades da Cargill. Em 2010, acumulou o suprimento de biomassa de mercado, sendo assim, o responsável pela gerencia estratégica geral do suprimento de biomassa da empresa.

Cibele Hummel do Amaral

Cibele Hummel é Engenheira Florestal formada na UFV (2008), tem Mestrado (2010) e Doutorado em Geociências (2015) pelo Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo – USP. Foi pesquisadora visitante no Queensland Centre for Advanced Technologies – QCAT (CSIRO/Austrália) (2012) e no Visualization & Image Processing for Environmental Research Laboratory – VIPER Lab (UCSB/Estados Unidos) (2013). Também, foi bolsista de Treinamento Técnico (nível 5, FAPESP) no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE (2015).

Atualmente é Professora Adjunta e orientadora no Programa de Pós-Graduação em Ciência Florestal do DEF/UFV e professora colaboradora do Laboratório de Ecologia e Evolução de Plantas (LEEP) do Departamento de Biologia Vegetal da UFV. Atua como pesquisadora na área de Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento aplicado às Ciências Florestais e Ambientais, com ênfase em sensoriamento remoto multiespectral e hiperespectral, espectrometria e análise de mistura espectral aplicados ao mapeamento de espécies da flora e monitoramento de ecossistemas tropicais.

Sérgio Yoshimitsu Motoike 

Sérgio Motoike é Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agronomia de Paraguaçu Paulista (1990), Mestre em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (1993) e Doutor em Natural Resources And Environmental Sciences – University Of Illinois At Urbana Champaign – EUA (2001). Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia e do Programa de Genética e Melhoramento da Universidade Federal de Viçosa.

Atualmente, é professor associado da UFV. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fitotecnia e Melhoramento Vegetal. Suas principais atuações são nos seguintes temas: palmáceas oleaginosas, micropropagação, cultivo in vitro, biotecnologia, domesticação e produção sustentável de matéria prima para biocombustíveis.
É pesquisador do REMAPE (Rede Macaúba de Pesquisa), é uma rede de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia que congrega profissionais das mais diversas áreas que, de forma integrada, compartilham a responsabilidade de tornar a macaúba uma realidade no panorama agro-energético nacional.

Felipe de Córdova Machado

Felipe de Córdova é Engenheiro Florestal pela UDESC, Universidade do Estado de Santa Catarina (2011) e Mestre em Energia na Agricultura pela UNESP Botucatu (2014). Durante o Mestrado, participou dos projetos do NEMPA – Núcleo de Estudos de Maquinas e Pneus Agroflorestais, tendo como principais projetos: plantios destinados a produção de energia, máquinas para colheita de biomassa e cabeçote para plantios florestais. Felipe iniciou na Duratex em 2013, na área de Mecanização Florestal, onde trabalhou com atividades relacionadas a Silvicultura. Em 2014, foi transferido para a área de manutenção mecânica, onde atuou por 3 anos. 

Minicursos

Mata Nativa 4

O Mata Nativa calcula a estatística da amostragem, informando a suficiência amostral de acordo com o número ótimo de parcelas e transferindo dos dados de campo diretamente para a plataforma.

Queima Controlada e Manejo do Fogo

O curso Tópicos em Manejo do Fogo e Aplicação de Queimas Controladas tem como público alvo discentes e docentes, em geral com experiência na área de Ecologia ou Manejo do Fogo, apenas 30% das vagas são destinadas a participantes sem formação ou experiência. Dividido em duas partes, o primeiro momento será marcado por uma discussão a respeito do Manejo do Fogo no Brasil e no mundo e o segundo momento por uma atividade prática de queima prescrita.

Plantadores de Água

O Projeto Plantadores de Água surgiu em Alegre-ES e tem como facilitador em Viçosa o Felipe Sena, membro-diretor do ISAVIÇOSA.

“Plantio de Água é uma forma de gestão dos recursos hídricos que tem por base o conceito de bacias hidrográficas e prima por uma combinação de tecnologias capaz de ampliar a quantidade e a qualidade de água nessas bacias por meio de maior capitação de águas de chuva, redução das erosões e de enxurradas, o que proporciona uma maior infiltração de água de chuva no solo e o reabastecimento dos lençóis freático. Integra ações de educação ambiental, com uso de metodologias colaborativas e participativas, visando a necessidade de uma mudança de atitude frente à utilização dos recursos hídricos e uma valorização das ações comunitárias, das relações com os vizinhos, visto que tudo e que todos estamos interligados pelas águas.”

Redação científica: uma abordagem para as ciências florestais

A escrita científica é uma importante ferramenta utilizada dentro do mundo acadêmico e dominá-la faz-se necessário e pode ser um grande diferencial. Pensando nisso, a comissão organizadora convidou o doutorando em Ciência Florestal pelo DEF-UFV, Diogo Baiero, para ministrar o minicurso “Redação científica: uma abordagem para as ciências florestais”.

Planejamento Estratégico

O Planejamento Estratégico é um processo de gerenciamento que se aplica à elaboração de objetivos para auxiliar a sua execução e atingir suas metas. Para isso, deve levar em consideração as condições internas e externas à empresa e o que se espera no final de todo o processo. Com um bom programa, é possível prever o futuro da empresa em longo prazo, sendo um diferencial para a organização e um sucesso em seus objetivos. 

Excel Aplicado ao Inventário Florestal

O Excel é um dos softwares mais utilizados no cenário corporativo atual. E com a adesão de meios tecnológicos no campo ele também não fica para trás. Por esse motivo, é muito importante saber como operá-lo, a fim de entrar, permanecer ou conseguir melhores posições no mercado de trabalho. O conhecimento avançado do Excel permite ao usuário trabalhar com a manipulação e importação de grandes quantidades de dados alcançando um desempenho de cálculo muito mais rápido.

Sistemas Agroflorestais

Sistemas agroflorestais é uma forma de manejo da terra, onde vão coexistir espécies arbóreas com cultivos agrícolas e/ou criação de animais de modo que promovam benefícios econômicos e ecológicos. A adoção desse consórcio é justificada pela necessidade de associar a produção agropecuária com serviços ambientais. Este, possui várias vantagens, como sequestro de carbono, aumento de estoque e qualidade de água, conservação do solo, diminuição da erosão, aumento da biodiversidade dos sistemas produtivos, fácil recuperação da fertilidade dos solos, fornecimento de adubos verdes, controle de ervas daninhas, entre outros benefícios.

Outro ponto vantajoso dos sistemas agroflorestais é que, na maioria das vezes, as árvores podem servir como fonte de renda, uma vez que seus produtos, sejam madeireiros ou não, podem ser explorados e vendidos. A combinação desses fatores encaixa as agroflorestas no modelo de agricultura sustentável.

Bioconstrução

O conceito de Bioconstrução engloba diversas técnicas da arquitetura vernacular mundial, tendo como característica a preferência por materiais do local e construindo habitações com custo reduzido. São técnicas simples, que permite que sejam chamadas técnicas de autoconstrução. Estão relacionadas a criatividade e importância ecológica. São um elemento importantíssimo da Permacultura, buscando a integração das unidades construídas com o seu ambiente.

Visitas Técnicas

Carbono Zero

Um dos trabalhos a serem apresentados nessas atividades é o Programa Carbono Zero. O Carbono Zero é um programa coordenado pelo Grupo de Estudos em Economia Ambiental e Manejo Florestal (GEEA), pertencente ao DEF-UFV. O Programa tem como principal finalidade quantificar e neutralizar emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de eventos realizados dentro e fora da UFV, além de realizar trabalhos de extensão com crianças e produtores rurais e fornecer fomento a pesquisas relacionadas a temática.

O Carbono Zero será o responsável por quantificar e neutralizar as emissões de GEE geradas na Semana Florestal 2017. Esse processo será feito a partir do plantio de árvores em uma área degradada pertencente a UFV. Nesta Visita Técnica, você terá oportunidade de conhecer mais a respeito dos procedimentos de quantificação, que geram o inventário de GEE, e de neutralização realizados pelo Programa. Além de, poder conhecer o Bosque Carbono Zero, área que vem sendo recuperada a partir da neutralização de eventos, e o local onde a Semana Florestal 2017 será neutralizada.

Endereço

Departamento de Engenharia Florestal

Avenida Purdue, s/nº, Campus Universitário
Edif. Reinaldo de Jesus Araújo
36.570-900   Viçosa – MG – Brasil

 

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